->Experiências da FFLCH

Intercâmbios

Lembro que, provavelmente em 2003, a Poli nos forneceu uma tecnologia chamada DATAPOLI que depois foi lá implementada com a intranet. O DATAFILO apresentou dois problemas operacionais, um básico (1) que era a falta de uma rede estável e bem configurada na FFLCH, que atendesse a todos os prédios, havia muito improvisação e mesmo os domínios e IPs não eram bem definidos e estabelecidos. Outro (2) referente a uma pessoa responsável que se dedicasse a entender os problemas e tentar resolvê-los, quando eu comecei a receber informações, sem ter nenhum comando, li os documentos e comecei a interagir como o Sistemas e entender os mecanismos baseados na Replicação, que na época era novidade na FFLCH, tínhamos o open SYBASE ASE, e que devidamente configurado funcionava, com algumas demoras em função da rede ser lenta 10Mbps.

Atualmente, a FFLCH tem maior infraestrutura, e uma intranet baseada em números IP falsos e um servidor que mascara e filtra as entradas e saidas da rede, reduzindo os ataques externos, e toda a rede foi refeita para 10/100, cabeamento superior, e switches menos improvisados, mesmo assim o gerenciamento de IPs foi mal feito até que se estabeleceram NORMAS mais rígidas para DHCP que então aceita IPs apenas em faixas por setor (mas desconfio que isto nem sempre funciona)

Há alguns poucos domínios estáveis, o meu é ligado à STI, onde não tenho privilégios, funciona razoavelmente bem, mas com o mínimo de eficácia, até travar em muitas situações de grande volume de transmissões (absorvo os Replicados uma vez cada 3 meses).

Decidido pela Comissão de Banco de Dados (Dr Istvan e Dr. Moacyr) que não usaríamos mais o DATAFILO, toda a carga recaiu sobre mim, com um trabalho de minerar os dados de forma quase artesanal, pois não temos uma infraestrutura de informática adequada, nem em software nem em hardware (a alguns anos não tinhamos um servidor decente) [eu optaria por Java], pior, nem uma política global que se ocupasse inclusive do site da FFLCH, que ainda tem um uso muito reduzido de bancos de dados e um trabalho de início baseado num webdesign que priorizava a forma ao conteúdo, e perdura até agora, já insisti que o site é um quebra-galho, perdendo o registro de eventos interessantes, pois não mantém o registro da semana passada muito menos de períodos passados.

Em 2006, tivemos algumas reuniões com a a CPq da ESALQ que levou nossos programas e esquema de absorção de dados dos CV lattes num banco de dados. Basta lembrar que eles têm currículos muito mais bem preenchidos, eventualmente com assessoria de equipes especializadas, o que falta na FFLCH. A ex-secretária da CPQ, Dra Rosangela Sarteschi, por muito tempo dava assessoria e tentava resolver os problemas de preenchimento dos currículos que sempre foi complicado e com novidades freqüentes. Mas sempre achei que deveríamos treinar alunos, estagiários e secretárias para este trabalho ingrato para uns e gratificante para outros. Quandos os Docentes pagam para terceiros preencherem seus CV, pecam pela qualidade, priorizando a quantidade de informação digitada.

Na Poli, a CPq centraliza o controle de Financiamentos, bolsas, e auxílios, registrando o essencial num banco de dados, o que permite ter uma estatística confiável nestes itens importantes.

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